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LITERATURA E TURISMO: IMAGINÁRIO AMADIANO DAS FAZENDAS DE CACAU SUL-BAIANAS

Aline de Caldas Costa 1
Maria de Lourdes Netto Simões 2

1 – Considerações iniciais

Nascido numa fazenda de cacau, Jorge Amado se apropria desse cenário para escrever seu primeiro romance: Cacau (1933), do qual será feito um recorte a fim de destacar as fazendas de cacau como bens simbólicos referentes de significado e identidade, dotado de potencial em despertar o interesse turístico. Publicado durante a época áurea da produção cacaueira no sul da Bahia - o texto narra a trajetória de um jovem sergipano que, como muitos outros nordestinos, sonha em viver as histórias de progresso e enriquecimento da região Sul-baiana. Durante a trama, esse rapaz acaba por se envolver com os costumes, a gente e as manifestações da terra e se torna também um grapiúna.

Em Cacau, a fazenda é descrita como um espaço conector de saberes. O linguajar é próprio ao homem rude, rústico; o relacionar com o vizinho, que também é companheiro de trabalho; o divertir, cantar, dançar e sofrer do trabalho na roça de cacau... Todos esses bens simbólicos ganham conotações e apropriações que despertam a curiosidade do leitor quando, no momento da recepção, a obra literária se faz interpretação da cultura desta nação.

   Este trabalho procura analisar a característica da literatura amadiana em se apropriar de aspectos que existem dentro do universo rural das fazendas de cacau, transpondo-os para a literatura. São observados, também, as reconfigurações e ressignificações desse ambiente, a questão da diferença e da identidade cultural (HALL, 1999) pensando uma re-leitura da fazenda, para o desenvolvimento turístico.

 

2 - Jorge Amado, Identidade Cultural e representações simbólicas imagéticas

Em seu primeiro romance, Jorge Amado aborda o trabalho nas fazendas de cacau sob um pano de fundo político bastante ideológico. Cacau é uma obra que descreve (como propõe o autor em nota antecedente ao texto, "com o máximo de honestidade") aspectos relativos ao trabalhador rural, relacionando os sujeitos e práticas a partir das quais se inicia a discussão sobre a identidade.

Para Stuart Hall (2000), o processo de identificação é fundamentado com base no reconhecimento de alguma origem comum ou de características partilhadas por grupos ou pessoas. Neste caso, a diferença entre grupos se apresenta como identidade através de um dispositivo discursivo. Serão destacados neste trabalho os seguintes bens simbólicos: o cacau, o trabalho, a gente e as manifestações.

- O cacau

O cacau representa o ponto de partida para a formação dos atores sociais que permeiam as estórias amadianas, bem como a imagem da região Sul-baiana. Conta a lenda 3 que um colono francês chamado Luís Frederico Warneaux trouxe da Amazônia para a Bahia três sementes de cacau e as plantou na Fazenda Cubículo, às margens do rio Pardo. O processo de disseminação do cacau durou quase dois séculos e contou com a participação lúdica dos macacos juparás.

No entanto, somente durante a década de 30 é que o cacau começa a render histórias de riqueza que chegaram às terras sergipanas atraindo novos desbravadores que mais tarde construiriam a civilização grapiúna. Em Cacau, Jorge Amado fala do seu surgimento.

A estrada margeava um braço do rio. Do outro lado apareciam as roças. Canoas desciam carregadas de cacau. Apontei para as árvores dobradas sob o peso dos frutos amarelos:
- Aquilo é que é cacau, não é?
- Você também não conhecia?
- Eu também não - declarou o cearense -, é a primeira vez que vejo.

- Pois eu nasci aqui, sou grapiúna. Vocês todos quando vêm do Norte pensam em se tornar ricos, não é?
- Eu não. Logo que a seca melhore volto pra minha terra.

- E você, Sergipano?
- Sei lá... Eu era operário, agora vou ser trabalhador...

Lembrei-me da frase de Roberto:
-Mas um dia...

- Um dia o quê? Você fica rico?
-Sei lá...

(AMADO, 1933, p. 39-40)
Cacaueiro da fazenda da UESC

 

 

 

 

 

 

 

FIG 01: Fotografia: Cacaueiro da fazenda da UESC
Fonte: Aline Costa, 2004.

Como insinua o fragmento, o cacau foi a alavanca para o desenvolvimento econômico e também o grande motivador para a criação de ações e concepções, reunindo os padrões de vida que deram origem à sociedade civil grapiúna. Esse discurso envolve sentidos que criam identidades, criam uma comunidade imaginada (HALL, 1999). A cultura do ter e do poder, a ambição, a ascensão social e o status a partir da lavoura cacaueira são traços marcantes dessa época e permearam de sonhos o imaginário da gente que participou da fase de desbravamento.

A lavoura de cacau Sul-baiana possui cinco ciclos. O primeiro se inicia em 1746 e perdura até 1820. É o chamado ciclo do desbravamento que acontece em função da crise da lavoura açucareira. O segundo ciclo consolida o primeiro e abrange o período de 1821 a 1895. A partir deste ano até a década de 30, a lavoura vive sua fase de expansão e apogeu entrando em crise de produtividade a partir de 1931. Somente em 1958 é que se inicia o ciclo atual, de recuperação.

- O trabalho

O trabalho na roça de cacau é árduo. São muitas etapas a serem divididas entre os trabalhadores e, quem chegava, aprendia com os mais trabalhadores mais experientes. Depois do plantio, era preciso aguardar até que os frutos estivessem maduros, contratar novos empregados e iniciar a colheita.

No sul da Bahia cacau é o único nome que soa bem. As roças tão belas quanto carregadas de frutos amarelos. Todo princípio de ano os coronéis olham o horizonte e fazem as previsões sobre o tempo e a safra. E vêm então as empreitadas com os trabalhadores. A empreitada, espécie de contrato para colheita de uma roça, faz-se em geral com os trabalhadores, que, casados, possuem mulher e filhos. Eles se obrigam a colher toda uma roça e podem alugar trabalhadores para ajudá-los. Outros trabalhadores, aqueles que são sozinhos, ficam no serviço avulso. Trabalham por dia e trabalham em tudo. Na derruba, na juntagem, no cocho e nas barcaças. Esses formam uma grande maioria. Tínhamos três mil e quinhentos por dia de trabalho, mas nos bons tempos chegaram a pagar cinco mil-réis. Nós da colheita nos afastávamos uns dos outros e mal trocávamos algumas palavras. Os da juntagem conversavam e riam. A tropa de cacau mole chegava e enchia os caçuás. O cacau era levado para o cocho para os três dias de fermento. Nós tínhamos que dançar sobre os caroços pegajosos e o mel aderia aos nossos pés. Mel que resistia aos banhos e ao sabão massa. Depois, livre do mel, o cacau secava ao sol, estendido nas barcaças. Ali também dançávamos sobre ele e cantávamos. Os nossos pés ficavam espalhados, os dedos abertos. No fim de oito dias os caroços de cacau estavam negros e cheiravam a chocolate. Antônio Barriguinha, então, conduzia sacos e mais sacos para Pirangi, tropas de quarenta a cinqüenta burros. A maioria dos alugados e empreiteiros só conhecia do chocolate aquele cheiro parecido que o cacau tem. (AMADO, 1933, p.64-66)
Trabalhadores nas barcaças

 

 

 

 

 

 

 

 

FIG 02: Fotografia: Trabalhadores nas barcaças
Fonte: CEDOC/UESC.

Existe ainda o costume de cantar durante as atividades grupais. Contudo, a crise de produtividade, em virtude da praga chamada vassoura-de-bruxa, fez com que as fazendas empregassem menos trabalhadores. Isso fez com que esse costume fosse aos poucos, se perdendo. Atualmente, poucas pessoas se lembram dessas canções.

Mandei caiar meu sobrado,
Mandei, mandei, mandei,
Mandei caiar de amarelo,
Caiei, caiei, caiei... 4

Durante as etapas de colheita, em especial a juntagem e secagem, que são etapas grupais, os trabalhadores costumam e fazer uma brincadeira chamada "bestagem". São jogos de linguagem onde uma pessoa faz uma pergunta a outra, geralmente com duplo sentido, e se este não percebe que é uma cilada todos em volta riem.

Bestagem são as armadilhas, frases com duplo sentido, geralmente tem um sentido sexual, tem dois sentidos. Se o outro não percebe e responde qualquer coisa, só vê um sentido, então diz que ele "caiu" e todo mundo dá risada. Mas quando ele percebe, responde: "lá ele!", e ganha o jogo. Por exemplo: "em trilha de paca tatu caminha dentro?" tem esse sentido: tatu caminha dentro, mas também tem o tem o sentido sexual que é "ta tu com a minha dentro". São várias brincadeiras que eles criam com a linguagem, que é a única coisa que eles tem para passar o tempo. É um jogo que eles jogam o dia todo porque aquele trabalho braçal não tem nada que pensar. 5

 

As condições de trabalho são muito precárias e Jorge Amado denuncia isso quando refere a fase de trabalho nas barcaças. Muito pesado, o trabalho ainda se intensifica na época de junho, quando a estação das chuvas muda todo o ritmo e forma de tratar o cacau.

As barcaças compridas e largas davam a idéia de um grupo de feras com as bocas escancaradas, que dormissem ao sol. Os caroços secavam. Nós, duas vezes por dia, dançávamos sobre eles, uma dança na qual só os pés se moviam. O sol queimava os ombros nus. [...] E em junho e julho quase todo o cacau ia para a estufa, pois os dias de sol rareavam. A estufa nos engolia um a um e trabalhávamos debaixo de um calor infernal. O inferno, mesmo o da descrição dos padres alemães de São Cristóvão, não podia ser pior. Suávamos como condenados e quando saíamos dali, as calças, "porta de loja" encharcadas, caíamos no ribeirão. (AMADO, 1933, p. 68-69)
Barcaça da Fazenda Sossego.

 

 

 

 

 

 

 

FIG 03: Fotografia - Barcaça da Fazenda Sossego.

FONTE: Aline Costa, 2004.

As barcaças simbolizam a capacidade de produção de uma fazenda, o sofrimento do trabalhador rural para livrar o cacau da polpa branca com os pés num movimento constante que Jorge Amado, romanticamente, chama de dança. O trabalho nas fazendas é um bem simbólico imaterial tipicamente grapiúna. Envolve um imaginário rico sobre os costumes e tradições regionais, nos quais as relações de solidariedade predominam, o respeito e a confiança são as ferramentas fundamentais e a coragem reflete o suor de cada trabalhador.

- A gente

   É neste capítulo que Jorge Amado denuncia as condições de vida do trabalhador rural, descreve os valores e as relações sociais no ambiente da fazenda, elencando os símbolos, representações e experiências que dão sentido à nação grapiúna, quando observada pelo ponto de vista do trabalhador rural.

Colodino há muito que trabalhava na construção das barcaças da fazenda. Ali conhecera Magnólia, filha de D. Júlia, uma velha de cinqüenta anos. Eram ambas alugadas da fazenda para a juntagem do cacau. Magnólia era bonita, sim. Não como essas roceiras heroínas de romances de escritores que nunca visitaram uma roça. Mãos calosas e pés grandes. Ninguém que trabalhe numa fazenda de cacau tem os pés pequenos. Seios fartos que muitas vezes apareciam sob os rasgões do vestido velho. Mas a gente não ligava. Noiva de Colodino, nós a respeitávamos. Um pouco envelhecida talvez para os seus vinte anos. Mas Colodino a amava e cantava no violão improvisos dedicados a Magnólia. Às vezes, à noite, a gente dava um pulo até a casa da velha Júlia para beber um trago de cachaça e dar um dedo de proza. Não pensem que Magnólia conversava bem. Isso é coisa que não existe na roça. Ela sabia palavrões e os soltava a cada momento. Apesar disso, e de tomar banho nua no ribeirão, nunca deu confiança para ninguém e Colodino seria feliz como ela sem dúvida. (AMADO, 1933, p. 49-50)
Figura feminina na roça de cacau.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FIG 04: Fotografia - Figura feminina na roça de cacau.

FONTE: Aline Costa, 2004.

 

A figura feminina rural criada por Jorge Amado para ilustrar o ambiente configura mais um traço típico que revela a identidade local: a língua. O compreender também é particular, envolvendo as condições sociais e históricas (GUMBRECHT, 1998) em que essas pessoas se desenvolveram, caracterizando um nível de interpretação heurística.

Valentim sabia histórias engraçadas, e contava para a gente. Velho de mais de setenta anos, trabalhava como poucos e bebia como ninguém. Interpretava a Bíblia a seu modo, inteiramente diverso dos católicos e protestantes. Um dia contou-nos o capítulo de Caim e Abel:
- Vosmicês não sabe? Pois tá nos livros.

- Conte, véio.

- Deus deu de herança a Caim e Abel uma roça de cacau pra eles dividirem. Caim, que era home mau, dividiu a fazenda em três pedaços. E disse a Abel: esse premero é meu. Esse do meio, meu e seu. O último, meu também. Abel respondeu: não faça isso, meu irmãozinho, que é uma dor no coração... Caim riu: ah! É uma dor do coração? Pois então tome. Puxou do revólver e - pum - matou Abel com um tiro só. Isso já foi há muitos anos... (AMADO, 1933, p. 66)

 

A relação entre global e local, as formas de olhar a realidade, apropriar-se desta e trazê-la para o âmbito em que se vive é um traço que difere a gente grapiúna e a literatura amadiana. É também através das referências a personalidades como Magnólia e Valentim que Jorge Amado aplica o que Hall chama de estratégias representativas dando estrutura a um senso comum que gera o sentimento de pertencimento a uma nação. Este trabalho discursivo envolve aspectos históricos, lingüísticos e culturais para a formação de uma auto-representação por parte desses atores sociais, numa espécie de "negociação com nossas rotas" (HALL, 2000, p. 109).

 

- As manifestações

As manifestações lúdicas que permeavam o universo da fazenda são duas: a Festa em homenagem a São João e os Batizados. Ambas são comemorações de cunho religioso e marcavam as épocas em que o coronel e sua família visitavam a casa-grande.

Os batizados realizavam-se de ano em ano, pelo Natal. O coronel e a família convidavam um padre para celebrar uma missa na roça. [...] Trinta crianças, quarenta, uma leva delas, batizadas todas de uma vez, como um rebanho de bois que fossem à marca. [...] O padre, vestido de ouro e seda, nos metia inveja. Fazia depois um sermão bem falado. Afirmava que a gente devia obedecer aos patrões e aos padres. Que não se devia obedecer aos patrões e aos padres. Que não se devia dar ouvidos a teorias igualitárias (a gente ficava morto de vontade de saber destas teorias). Ameaçava com o inferno aos maus, que se revoltassem. Oferecia o céu aos que se conformassem.[...] Terminadas as cerimônias, o padre sorria para o coronel, o coronel sorria para os presentes e iam para a mesa, enfeitada de flores, vinhos e galinhas. O coronel mandava dar cachaça à gente. Nossa carne-seca era a mesma e o feijão também. (AMADO, 1933, p. 77-80)

Capela da Fazenda Primavera

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FIG 07: Fotografia - Capela da Fazenda Primavera.

FONTE: Aline Costa, 2004.

Para Jorge Amado, os batizados também marcam o momento de reafirmação da ideologia das instituições. Os valores das classes dominantes são difundidos a fim de perpetuarem seus discursos. Contudo, as festas juninas representam a tomada de palavra, a afirmação das classes desfavorecidas enquanto formadoras de tradição. As tradições, de acordo com a perspectiva de Stuart Hall, atribuem ênfase nas origens de uma nação e sugerem a continuidade de um costume, um comportamento adequado.

Nós também resolvemos festejar o São João. O baile seria em casa de D. Júlia. Oferecemos a cachaça, garrafas e mais garrafas, e derrubou-se o milharal que Magnólia plantara nos fundos da casa. Uma festa, sim. Com canjica, pamonha, mungunzá, acaçá, acarajé de feijão branco, milho cozido e cachaça. Queimaríamos fogueira, uma fogueira grande, bem maior que a da casa do coronel. [...]
Pulava-se fogueira. Pulei com Magnólia, pulamos quase todos e começamos a nos tratar de compadre e comadre. (AMADO, 1933, p. 101-106)

 

As festas juninas institucionalizam as relações sociais entre a classe trabalhadora. É o momento de confraternizar, de mostrar como é construída essa grande família, uma vez que todos se conhecem e vivem as mesmas dificuldades, compartilham os mesmos ideais e agradecem a graça divina de viver.

3 – Considerações Finais

Retratadas na literatura amadiana, as fazendas de cacau são espaços que reúnem bens simbólicos históricos e culturais para a região sul-baiana. Mas as fazendas mudaram. Muitos aspectos descritos por Jorge Amado durante a década de 30 se reconfiguraram e ganharam novas significações, seja pelo contato entre "personagens" locais e globais, resultante do período de desbravamento, com influência sergipana e árabe, seja pelo trânsito turístico e cultural atual.

Atualmente, o cacau já não carrega consigo a idéia de poder, tampouco de riqueza e, sim, de resistência, de luta pela retomada do desenvolvimento econômico. O trabalho nas fazendas continua o mesmo, pesado, árduo, em condições difíceis, mas não deixa de ser gratificante para quem vive dele. Os tipos sociais mantém as características morais identificadas e traduzidas na literatura, contudo perderam o caráter desbravador; são outras aventuras a viver: o sobreviver, resistir no campo, lutar pela terra, engajar-se em movimentos sociais. As festas juninas tornaram-se atrativo turístico depois de várias releituras voltadas para a exploração econômica, mas não deixaram de ter o caráter de reuniões familiares nas fazendas de cacau.

Pensando assim, a proposta turística sul-baiana precisa ser pensada enquanto atividade de desenvolvimento regional sustentado, que carregue consigo o ideal de implementação de uma nova postura, preocupada com políticas públicas e valorização deste patrimônio, priorizando a cultura regional.

4 – Referências

4.1 – Bibliográficas:

AMADO, Jorge. Cacau. 31º ed. Rio de Janeiro: Record, 1976.

CALVINO, Italo. Seis Propostas para o Próximo Milênio: Lições Americanas. Trad.: Ivo Cardoso. São Paulo: Companhia das letras, 1990.

GUMBRECHT, H. U. As Consequências da Estética da Recepção: Um Início Postergado. In: Corpo e Forma - Ensaios Para uma Crítica Não-Hermenêutica. Org: João Cezar de Castro Rocha. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 1998. p. 23 - 46.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP & A, 1999
SIMÕES, M. de L. N. De Leitor a Turista na Ilhéus de Jorge Amado. In: Revista Brasileira de Literatura Comparada, nº 6, p. 177 - 183. Belo Horizonte: ABRALIC/ UFMG, 2002. Disponibilizado in: www.uesc.br/icer > Acesso Set/ 2003.

  
4.2 - Orais (Entrevistas)

MESQUITA FILHO, Odilon Pinto de. Julho de 2004.

TEIXEIRA, Valderez Freitas. Julho de 2004.

NOTAS

1 Curso de Comunicação/DLA/UESC. Pesquisadora de Iniciação Científica/FAPESB.

2 Orientadora: Profa. Dra. Maria de Lourdes Netto Simões. Grupo de Pesquisa ICER.

3 BORGES, Jafé. Sou o chocolate. Salvador: Editora do Brasil na Bahia, 1991.

4 Entrevista com D. Valderez Freitas Teixeira.

5 Entrevista com Odilon Pinto

 

 

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